Na tal,
Festa de Natal,
de não sei que ano,
todos felizes,
sendo sua própria família,
independente de quem seja,
que venha com peito aberto.
Na tal,
Alegria contagiante,
que toma a casa os quartos e a gente,
podemos comprar, COM SUMIR,
ou dar a mão, sentar à mesa,
cantar, dançar, embreagar-se à vontade,
mesmo com toda a desgraça alheia