À beira da Árvore

By Jota

Já foi dada a largada,
mas os competidores não correm,
pois não há disputa,
há apenas admiração
e críticas,
como 637 motivos para dizer,
como as mil e uma madrugadas
em versos, telas, formas,
conforme à alma cabe,
rufo de cores e gentes,
girando em torno,
da árvore que crescia.

Uma resposta para “À beira da Árvore”

  1. Mira Rufa! Disse:

    Que delícia!
    Adoro rir atoa,
    rir de coisa boa
    !que delícia!
    quando o coração bate na batida
    do sorriso assim tranqüilo!

    Varada pela tarde calada
    de tantas palavras mudas
    escritas em papéis bobos…
    Num repente,
    riscando o tédio e outros textos,
    Surje assim na minha mão
    Palavras q vem lá do nosso amigo Coração!
    E enchem o dia de cor,
    de calor e boa leitura!

    Uma folha de poema ,
    Duas folhas ,
    Muitas folhas
    Balançam junto com o vento
    Bailando uma dança lenta
    segurando as mãos
    dos finos e fortes gravetos
    Puleiro de passarinhos
    Tantos ovos lá pelos ninhos
    E perto deles flores
    abertas em pétalas multicores
    E frutos de 637 sabores
    Jogam pelo chão sementes!
    Que vão,
    em graciosos rebentos pequenos,
    brotando pela via.
    é, é uma estrada bem bonita.

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